sábado, 26 de junho de 2010

Nando Reis




Nando Reis

José Fernando Gomes dos Reis, conhecido como Nando Reis (São Paulo, 12 de janeiro de 1963), é um cantor, violonista e compositor brasileiro.

Ex-baixista da banda de rock Titãs, emplacou vários sucessos e hoje segue em carreira solo, atualmente acompanhado pela banda Os Infernais. Gosta de futebol, torce pelo São Paulo Futebol Clube e mantém uma coluna semanal sobre este tema no jornal O Estado de S. Paulo.

Nando tem cinco filhos: Theodoro, Sophia, Sebastião, Zoé e Ismael.

Nando Reis saiu dos Titãs após a gravação do álbum A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana, e ficou conhecido como um dos maiores compositores da sua geração, compondo sucessos como "Diariamente" (com sua ex-namorada Marisa Monte), "All Star", "O Segundo Sol" e "Relicário", gravados por Cássia Eller; "Resposta" e "É Uma Partida de Futebol", gravados pelo grupo mineiro Skank; "Do Seu Lado", gravado pelo também mineiro Jota Quest e "Onde Você Mora?", gravado pelo grupo Cidade Negra. Isso sem falar na vasta coleção de hits compostos durante sua permanência nos Titãs, como "Igreja", "Os Cegos do Castelo" e "Jesus não tem dentes no país dos banguelas".

Atualmente é um dos 10 maiores arrecadadores de direitos autorais no Brasil, de acordo com o ECAD, levando em conta músicas tocadas em shows e execuções em rádio (conforme noticiado pela Folha de São Paulo em 7 de Fevereiro de 2009). Músicas suas fazem parte dos últimos lançamentos de Skank (o sucesso "Ainda Gosto Dela") e Jota Quest.

Los Hermanos



Los Hermanos


A radical mudança de sonoridade que ocorreu de "Los Hermanos" para "Bloco do Eu Sozinho" não significou apenas uma opção estética, significou também um novo rumo para nossa carreira; aos poucos tudo que havia sido conquistado com o primeiro disco se mostrou insuficiente para abarcar a nova realidade musical da banda. A extinta Abril Music se enrolava na tentativa de buscar caminhos para a divulgação do "Bloco" e aos poucos a falta de empenho dos departamentos não precisava mais de justificativas e em pouco mais de seis meses o disco já era considerado passado dentro da gravadora. O primeiro single "Todo Carnaval Tem Seu Fim" não tocou nas rádios como o esperado e já não havia interesse por parte dos executivos em tentar novamente com uma segunda música. A conturbada história da produção do disco vazou para a imprensa e deixou uma sensação ruim no mercado, de que éramos uma banda complicada e que nossas músicas não eram comerciais. Esse preconceito, que nossa própria gravadora se encarregou de criar, aliado a uma divulgação preguiçosa e desinteressada, ergueu uma barreira, quase que impenetrável, que nos impedia de fazer shows e de divulgar corretamente nosso disco. A sensação era de que o nome "Bloco do eu sozinho" serviria como uma fatídica previsão do que havia se transformado nossa carreira, estávamos realmente sem parceiros.

Apesar de todos esses indícios de que havíamos feito uma grande besteira lançando um disco diferente do que se esperava de nós ao invés de seguir a lógica do mercado, parecia incoerente acreditar que o "Bloco" era um disco difícil, para poucos. O que víamos nos shows eram pessoas cantando as músicas, todas, e emocionadas, e isso para nós é ser popular de verdade, afetar as pessoas. Paralelamente a isso a repercussão positiva do disco na imprensa crescia, havia um burburinho, seguíamos adiante, se não pelas grandes mídias, por onde era possível: de amigo pra amigo, de alguém que ouviu dizer, de alguém que foi em nosso site, de alguém que ouviu tocando numa loja e gostou. Aos poucos a banda da Anna Júlia, que todo mundo achava que sabia muito bem no que ia dar, se transformava numa grande incógnita, inclusive para nós mesmos. Não havia caminho seguro a ser trilhado, não havia exemplo a ser seguido, só nos restava acreditar na força de nossas músicas e seguir adiante, como fosse possível.

Mais ou menos nessa época resolvemos trocar de empresário e rever nossa estrutura de shows. Tivemos que ter humildade para reconhecer que nossas platéias agora eram menores, e voltar nas cidades para tocar em outras casas, para o público remanescente do primeiro disco e para um novo público, que aparecia vagarosamente a cada noite. Essa época foi praticamente como um re-começo. Tivemos que re-aprender a tocar em palcos pequenos e nos adaptar às condições nem sempre ideais de som, mas todas as dificuldades eram recompensadas quando víamos a alegria e a identificação nos rostos da platéia. E foram quase dois anos assim: tocando em casas pequenas, para 500 pessoas que valiam pelo dobro, no mínimo.

O que percebemos foi que se nosso público não era tão numeroso quanto antigamente, era muito mais fiel, e esse já era um grande passo para a construção do que esperamos de uma carreira. Muitos diziam que a banda havia cometido suicídio comercial, que renegava o sucesso, mas apesar dos "achismos" e do pessimismo, não podíamos estar melhores: os shows eram lotados e emocionantes e o "Bloco" estava em todas as listas de melhores discos do ano, e em outras como a dos 100 discos mais relevantes da MPB (feita pela Revista da MTV). De quebra conquistamos um honroso quarto lugar entre os 25 melhores discos de rock brasileiro na lista da Revista Zero. Também foram importantes o Luau MTV e o Ford Models, dois programas que fizeram muita gente mudar de opinião sobre a banda ou ao menos conhecer o novo disco.

Um ano e meio já havia se passado do lançamento do Bloco e novamente sentimos que estava na hora de lançar um disco. Havia material suficiente e, principalmente, havia necessidade de tocar outras músicas, e esse é sempre o maior dos estímulos. Novamente fomos para um sítio, dessa vez em Petrópolis, dessa vez com o apoio da Abril Music que, em algum momento dentro desses dois anos que se passaram, percebeu que era melhor considerar as decisões da banda e jogar a favor, porque todos nós no fim desejávamos a mesma coisa: vender discos. O Kassin, que já havia tocado baixo no "Bloco", foi uma escolha óbvia para produzir o disco. Foram dois meses de pré-produção que transcorreram sem grandes problemas, visto que a banda se encontrava num momento de muita serenidade. Um pouco depois de voltarmos do sítio recebemos a notícia de que a Abril Music havia falido. Na hora foi um choque pensar que, por estarmos momentaneamente sem gravadora, os planos de lançamento do disco poderiam ser adiados por tempo indeterminado. Alguns dias se passaram sem que tivéssemos notícias de como e quando esse disco sairia, mas decidimos que as gravações não seriam adiadas, até porque nada seria alterado por esse motivo. Já nos primeiros dias de gravação nos foi comunicado que a BMG havia comprado nosso catálogo, e que lá provavelmente seria nossa nova casa. Em três meses o disco estava pronto e mais uma vez havia uma grande especulação sobre que rumo seguiríamos, como seria o perfil do sucessor do "Bloco do Eu Sozinho"? Uns apostavam numa volta às bases, uma re-aproximação com o primeiro disco, outros apostavam numa continuação do "Bloco", o que surgiu foi Ventura e para mim, todas as apostas foram equivocadas.

Ventura primeiro se chamou Bonança, e foi nessa época que gravações de um ensaio vazaram na internet, transformando nosso disco no primeiro nacional a cair na rede antes do lançamento. Na verdade era só um ensaio, mas isso de certa forma nos mostrou como havia expectativa, como o disco era aguardado ansiosamente pela imprensa e pelos fãs. Algumas semanas depois Ventura estava oficialmente nas lojas e mais uma vez caímos na estrada. Logo nas primeiras semanas o coro das músicas novas era alto e nos levou a acreditar que dessa vez tudo seria muito mais fácil, e foi. As 500 pessoas dos shows pequenos se transformaram em 700, em 1000, 1500, 2000 pessoas. Curitiba, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo, Belo Horizonte e até o próprio Rio foram algumas das cidades que nos deixaram sem palavras tamanha a generosidade do público. Casas lotadas, shows inesquecíveis, essa felizmente tem sido a nossa rotina. "Cara Estranho" tem tocado bem em todo Brasil e gera novos shows.

Pra quem não sabe ventura significa sorte, boa ou má. É assumir que não se alcança satisfação que seja duradoura sem uma dose considerável de risco. Significa de acordo com o que se vê, e assim queremos nossa música. Um amigo sabiamente disse que um disco nada mais é do que uma fotografia de um determinado momento da carreira de uma banda. Na foto de "Ventura", o que se vê é a mesma vontade que havia em nossos discos anteriores, de se fazer música de acordo com o que somos, mesmo que no momento seguinte sejamos uma outra coisa, mesmo que pareça fora de sintonia com nossos contemporâneos. É uma grande responsabilidade saber que cada passo que damos, que cada disco que lançamos, fará parte de nossa história.

Não nos cabe dizer do que se trata cada música, qual é a história por detrás, não existe legenda ou certo e errado, as certezas, na verdade, são bem poucas. Tudo é apenas uma sugestão, como na capa. "Ventura" é sorte para quem quer ver, é fortuna para quem a espera. Nossas músicas seguem apenas o norte que aponta o coração e é por sabermos disso que novamente içamos nossas velas a espera de um vento favorável, um vento bom que nos leve adiante.

Hori




Hori


A banda deu seus primeiros passos quando Fiuk (Filho do cantor popular romântico fabio-jru>)-procurando-por-parceiros-para-ensaiar-conheceu-o-baterista-xande-bispo-em-um-enstudio-em-alphaville-apos-realizarem-alguns-testes-com-vistas-a-preencher-o-posto-de-baixista-escolheram-alex-que-entrou-na-banda-em-2005-ao-mesmo-tempo-que-o-novo-guitarrista-cleiton-galvao-(primo-de-xande)

foi-gravado-o-ep-independente-mentes-inquietas-com-cinco-faixas-a-formacao-durou-ate-o-comeco-de-2008-quando-por-intermedio-de-mi-vieira-(vocalista-da-banda-enjoy>gloria>fabio-jru>)-procurando-por-parceiros-para-ensaiar-conheceu-o-baterista-xande-bispo-em-um-enstudio-em-alphaville-apos-realizarem-alguns-testes-com-vistas-a-preencher-o-posto-de-baixista-escolheram-alex-que-entrou-na-banda-em-2005-ao-mesmo-tempo-que-o-novo-guitarrista-cleiton-galvao-(primo-de-xande)

foi-gravado-o-ep-independente-mentes-inquietas-com-cinco-faixas-a-formacao-durou-ate-o-comeco-de-2008-quando-por-intermedio-de-mi-vieira-(vocalista-da-banda-gloria)-fiuk-conheceu-max-klein-que-ja-havia-tocado-no-gloria-e-em-outras-bandas-independentes-como-enjoy-e-etna'>gloria)-fiuk-conheceu-max-klein-que-ja-havia-tocado-no-gloria-e-em-outras-bandas-independentes-como-enjoy'>gloria'>Fábio Jr./u>.) procurando por parceiros para ensaiar conheceu o baterista Xande Bispo em um enstúdio em Alphaville. Após realizarem alguns testes com vistas a preencher o posto de baixista escolheram Alex, que entrou na banda em 2005, ao mesmo tempo que o novo guitarrista Cleiton Galvão (primo de Xande).

Foi gravado o EP independente Mentes Inquietas com cinco faixas. A formação durou até o começo de 2008. Quando por intermédio de Mi Vieira (Vocalista da banda Glória) Fiuk conheceu Max Klein, que já havia tocado no Glória e em outras bandas independentes como Enjoy e Etna, além de ser compositor e produtor musical. Na época, a banda passava por mudanças e Fiuk convidou Max para ir até um ensaio para conhecê-lo melhor. Max tinha acabado de perder o pai, estava tenso e cometeu alguns erros técnicos, mesmo assim agradou o líder da banda. Com a saída do Cleiton, Max foi convidado para assumir o posto de guitarrista solo.

Dois meses depois a banda assinou um contrato com a Warner Music Brasil e durante a pré-produção do álbum Alex deixou a banda à mesma época que o novo guitarrista Renan Augusto ingressou no conjunto. Mesmo sem baixista a banda começou a compor as faixas que iriam compor o primeiro álbum oficial e só após este período de composição do álbum, já com a banda prestes a entrar em estúdio, Fê Campos assume o Contrabaixo completando o quadro atual.

Hevo 84



hevo 84



Em quatro anos de história, a HEVO84 sempre teve a internet como maior
meio de divulgação do seu trabalho.

A HEVO84 acumula fãs por todo o Brasil e prepara o lançamento de seu
novo CD pela EMI MUSIC, junto com a Arsenal Eventos, do mesmo grupo
da Arsenal Music, que vem a somar ainda mais na parte de vendas de
show.

HEVO84, Banda de Pop Rock formada em Paranaguá no litoral do Paraná
no final de 2005 mistura elementos eletrônicos, letras todas autorais,
girando em torno das experiências do universo jovem, formada por Renne
Fernandes (Voz), Fernando Cunha (Guitarra), Rodrigo Suspiro (Baixo) e
Victor Hugo (Bateria).

O nome HEVO84 pode ser explicado por partes, "HEVO" significa
infinito e indestrutível, "8" representa o símbolo do infinito e o "4" para
representar o número de integrantes da banda.

A banda começou a chamar bastante atenção em Curitiba no Paraná,
sempre com sua presença de palco marcante, abrindo shows para bandas
do cenário nacional, com shows sempre fortes e contagiantes. Em pouco
tempo havia uma legião de fãs seguindo o quarteto em apresentações na
cidade e nas regiões próximas.

A HEVO84 rompeu as barreiras paranaenses e se instalou em São Paulo
na busca de maior espaço na divulgação do seu disco ?Dias de fuga?
lançado de forma independente. Músicas como ?A vida é minha?, primeiro
single a chegar nas rádios, ?Passos escuros?, ?Mais você nem vai saber?,
?Meu mundo sem você? são cantadas em uma só voz pelo público nos
shows.

Com a internet, o vídeo clipe da música ?A vida é minha? lançado no
programa Domínio da MTV teve um grande sucesso, sendo visto por mais
de meio milhão de pessoas no canal de vídeos da banda, o Youtube. Com
mais de 2000 mil CD's vendidos de forma independente, sem contar os
milhares de downloads feitos na internet nos canais oficiais da banda.

A música ?PASSOS ESCUROS? da HEVO84, faz parte da trilha sonora
da novela Malhação 2009 da Rede Globo, novela voltada para o público
mais jovem, caminhando assim a passos largos em busca de um lugar no
cenário musical nacional e conseguindo cada vez mais fãs dentro e fora do
País.

Participando de grandes festivais como o Maquinaria Rock Fest no Espaço
das Américas, ABC Pro HC (Um dos maiores festivais independentes de
música do país), lotando shows no Hangar 110 (Casa de shows bastante
conceituada no cenário musical), Estúdio Coca-Cola em Curitiba/PR, além
de mais de 50 shows em menos de 6 meses por todo o Brasil no ano de
2008.

Em 2009 no Close Up Live 2 tocando pra mais de 7 mil pessoas, shows
junto com várias rádios de São Paulo levantando um público de mais de 50
mil pessoas.

Com uma média de 10 shows mensais a HEVO84 vem mostrando seu som
por todo o Brasil e agradando a todos por onde passa.
Com a lançamento do novo Album entitulado "HEVO84" a banda pretende
trabalhar e conquistar mais público, e se estabilizar no cenário nacional,
dentre as bandas do Pop Rock Nacional.

Fresno



Fresno

Formada na cidade de Porto Alegre/RS, a banda Fresno mistura suas influências de hardcore com Pop, melhor traduzidas em seu mais recente trabalho de estúdio, Redenção.

O conjunto é formado por: Lucas Silveira (vocal e guitarra), Gustavo Mantovani (guitarra), Rodrigo Tavares (baixo e backing vocal) e Rodrigo Ruschel (baterista).

O Fresno tem quatro álbuns oficiais: Quarto dos Livros (2003), O Rio, A Cidade, A Árvore (2004), Ciano (2006) e Redenção (2008)

Sobre o cd Redenção:

Esqueça a angústia da guitarra, o choro em profusão e a ansiedade adolescente de querer acelerar sempre um pouco mais. Quebrar diariamente os vínculos com o passado fez do quarto disco do Fresno um rompimento com aquela agonia juvenil. Não apenas uma ruptura calcada em relacionamentos, mas também com o cenário que o quarteto de Porto Alegre rascunhou por árduos oito anos.

Nessa highway, o prêmio de banda revelação na MTV, em 2007, as 30 mil cópias vendidas de maneira independente ? de seus três primeiros álbuns ? e os mais de 20 estados percorridos pelo Brasil cristalizaram a tendência da banda para ser um fenômeno da atual geração. Dos milhões de downloads via internet desde 2003, o grupo conduzido pela voz de Lucas Silveira entendeu a responsabilidade que cabia a ele: era necessário sair de vez do saco hardcore melódico (chamado por alguns de emo) que foi colocado quando estourou em 2006, com o álbum Ciano.

Redenção, primeiro disco lançado pela dupla Universal/Arsenal, poderia ganhar a alcunha de recomeço. Os teclados na abertura de "Sobre Todas As Coisas Que Eu..." alertam para o que aguardar nas 12 faixas seguintes. Se anteriormente os riffs eram catalisados pelo hardcore californiano, agora, Keane e Coldplay são as referências. A temática permanece a mesma. Mesmo assim, amor e amargura admitem um requinte. "O CD está pop, bem produzido e com letras mais sofisticadas", fala Lucas. "Dei um duro para acrescentar versos maduros." Seguido deles, há a disciplina do vocalista. "Antes minha voz parecia desesperada. Agora está suave", comemora.

A faixa título, mesmo quando levada ao extremo no refrão "...desligue o rádio e a TV, porque no seu domingo eu vou aparecer...", ganha sutileza na voz maturada do cantor. A canção fala de ex-namoradas e dá a feição do que os rockstars nos seus 25 anos falam na mesa de um bar.

A música de trabalho, "Uma Música", é simples. Pilha pelo refrão e pela necessidade de ser uma válvula de escape. Riffs como o de "Europa" e "Passado" são marcantes e provam o quanto os anos de estradas fazem bem. O da primeira traz à cabeça os anos 80 enquanto o da segunda refresca com seu quê de Foo Fighters. Já "Milonga" fecha o CD de forma amargurada. Segundo Lucas "é a música que vai fazer muita gente repensar sua opinião sobre a Fresno".

Produzido por Rick Bonadio (CPM 22, NX Zero), Rodrigo Castanho e Paulo Anhaia, Redenção vem como uma lufada de boas intenções. Em um momento paradoxal em que cada vez mais se ouve música e menos se vende CD, acompanhar o Fresno pode ser uma dica de para onde a música e o mercado nacional irão daqui para a frente.

Engenheiros do Hawaii





Engenheiros do Hawaii

Cine



Cine

A BANDA -- Eles são jovens e têm seus vinte e poucos anos. Nasceram nos anos oitenta e cultivam hoje em dia o gosto pela atmosfera daquela década. No visual, usam e abusam de roupas coloridas. Sempre com calças justas, camisetas apertadas, óculos estilosos, faixas nos pulsos ou na cabeça e tênis vintage de canos longos nos pés. Sim, o look hypado em cores vibrantes chama a atenção. Mas é a sonoridade dos paulistanos DH (vocal), Dan (guitarra e programações), Dave (bateria), Bruno (baixo) e Dash (teclado e programações) que imprime, de fato, as principais características do período e, por conseqüência, da musicalidade da banda CINE.

Com uma proposta pra lá de dançante, o quinteto mergulhou nas mais diferentes influências nacionais e internacionais do cenário musical para produzir um som próprio e cheio de autenticidade. Batidas eletrônicas incorporadas à estética de guitarras energéticas, sintetizadores, vocal cheio de personalidade e letras que falam de dança, curtição e noitadas traduzem o estilo 'powerpop-rock-eletrônico' de CINE. Uma banda que tem conquistado a passos largos o reconhecimento de seu público, que vai de adolescentes histéricas por seus ídolos pop à moçada que curte se divertir e, é claro, dançar, dançar e dançar.

SUCESSO POR ONDE PASSA -- Formada há pouco mais de dois anos (desde março de 2007), o CINE já reuniu atributos e alcançou números expressivos que enriquecem sua recente biografia. Eles foram os primeiros músicos nacionais a ultrapassar a marca de um milhão de execuções no MySpace; já entraram no topo da cena underground das regiões Sudeste e Sul do país; conquistaram um público cativo por todo Brasil graças ao meteórico alcance da internet; foram os escolhidos para abrir os shows dos atuais fenômenos teen McFly e Jonas Brothers, em maio deste ano, incluindo show no Morumbi para 45 mil pessoas; estão entre os finalistas para a categoria 'Banda Revelação' do Prêmio Multishow de Música 2009, dentre outros feitos.

1º CD, 'FLASHBACK' -- Tantas conquistas em tão pouco tempo renderam à CINE o reconhecimento da gravadora Universal Music, que assinou contrato com a banda no início deste ano e, agora em junho, lança ao mercado o álbum de estréia 'FLASHBACK', com 13 faixas inéditas. O nome do CD é uma espécie de alusão e brincadeira com o fato deste tipo de som 'oitentista' estar voltando à tona aos palcos.

A aposta neste primeiro projeto 'pós-fase independente' já pode ser comemorada. Os ótimos resultados do período underground continuam a render bons frutos nesta nova fase. O primeiro single do álbum 'FLASHBACK', Garota Radical, entrou nas paradas das principais rádios do país agora em junho. O videoclipe desta faixa alcançou marca superior a 100 mil visualizações em menos de duas semanas no Youtube. Os CDs colocados para ?pré-vendas on line? esgotaram-se rapidamente. Em paralelo ao lançamento físico nas lojas, CINE disponibilizou o álbum completo para audição em sua página oficial do MySpace. No primeiro dia, mais de setenta mil fãs já acessavam o perfil da banda para conhecer, prestigiar e curtir a novidade.

TURNÊ -- E a maratona destes jovens não para por aí. Junto à fase de lançamento, a banda CINE dá continuidade à atribulada agenda de shows e percorre, inicialmente, as regiões Sul e Sudeste do país, onde já têm um público mais cativo. A ideia é propagar seu som por diversas mídias e, com trabalho árduo e contínuo, conquistar ainda mais adeptos. Para alcançar tal objetivo, os rapazes já têm feito a lição de casa desde o início da carreira: nos primeiros shows na Tribe House, em São Paulo, nas primeiras músicas apresentadas ao público como ?Vem Aqui?, ?Dezembro?, ?Dance e não se Canse?, ?Se você quiser? e ?Garota Radical?, no primeiro EP lançado na web ?80?s?, nos primeiros apoios e parcerias como o da marca Levi?s e muito mais. Mal sabiam que era apenas o começo!

CINE EM NÚMEROS

* 2007 foi o ano de estréia da banda
* MySpace oficial teve mais de 1,3 milhão de execuções desde 2008
* CINE já realizou mais de 200 shows na cena underground
* Flashback é o 1º CD da banda, com 13 faixas inéditas
* Clipe ?Garota Radical? teve mais de 100 mil visualizações no Youtube em 2 semanas no ar
* 45 mil pessoas foi público recorde durante abertura do Jonas Brothers, no Morumbi
* Em 2009 CINE assinou contrato com a Universal Music e lançou seu primeiro álbum
* No 1º dia de lançamento no MySpace, mais de 70 mil pessoas ouviram o CD de estréia da banda pela internet.



Charlie Brown Jr.

A história desses 'meninos do rock' começou quando Chorão, após vários copinhos de chopp, começa a cantar em uma mesa de bar, em Santos. Em uma grande coincidência, um cara que se encontrava no bar, estava à procura de alguém para ser vocalista da sua banda, 'What´s Up', e se encantou com a voz de Chorão, assim o convidou para fazer um teste no dia seguinte.

'Comecei a cantar, cantar, cantar e o cara me disse que tava bom porque melhor ele não ia encontrar' conta Chorão. Depois de gravar uma fita demo, em 1992, Chorão cansou de receber ordens e resolve montar a sua própria banda.

Foi aí que ele se juntou a Marcão (guitarra) e Champignon (baixo e beat-box) e formaram o Charlie Brown Jr. Não muito tempo depois, dois integrantes abandonam a banda e Thiago (guitarra) e Pelado (bateria) tomam posse dos lugares.

Resolveram dar o nome de 'Charlie Brown Jr', não em homenagem ao personagem pentelho de desenho animado, dono do Snoopy, como muitos pensam. 'Charlie Brown' era o nome de um quiosque de praia, cujo dono Chorão atropelou com um carro. 'Jr' é porque eles se consideram 'frutos' de uma nova geração da música.

A banda ralou bastante até alcançar o sucesso. Gravaram duas fitas demo, mas somente a terceira chegou até o produtor musical Rick Bonadio (famoso por ter trabalhado com os Mamonas Assassinas), que gostou do trabalho do grupo e resolveu investir. A banda foi crescendo até ser contratada pela gravadora Virgin.

O primeiro álbum, 'Transpiração Contínua e Prolongada', foi lançado em Junho de 1997, e estorou nas rádios com a música 'O Coro vai Comê!'. Com o sucesso cada vez mais numeroso, 'Charlie Brown' recebeu o prêmio de 'Banda Revelação' no VMB (Video Music Awards) dado pela MTV, em 1997. A partir daí, eles não pararam mais. Lançaram o segundo CD 'Preço Curto... Prazo Longo', o que rendeu uma turnê para lugares jamais visitados. Nesta mesma época, Thiago abandona o grupo para casar, tornando os 'Charlie Brown Jr' em um quarteto.

Em menos de um ano, lançaram o terceiro disco, 'Nadando com os Tubarões' e já pensavam na criação e produção do próximo. Ganharam prêmios e prêmios, um atrás do outro, entre eles,'A Escolha da Audiência', no VMB (Video Music Brasil), da MTV, em 1998.

Quando pensávamos que eles iam entrar de férias, eles já estavam dentro de estúdio gravando '100% Charlie Brown Junior - Abalando sua Fábrica' que chegou às rádios pouco tempo depois.

O quinto CD 'Bocas Ordinárias' conta com onze faixas assinadas, como sempre, por Chorão, Marcão, Champignon e Pelado e tem uma homenagem à Legião Urbana, a cover de 'Baader-Meinhof Blues'. A produção ficou por conta de Tadeu Patola, que participou dos três primeiros CDs do CBJR.

O ano de 2003 é especial para o Charlie Brown Jr, que ficou com o prêmio mais importante do Video Music Brasil, (agosto/03) a Escolha da Audiência, pelo vídeo de 'Papo Reto (Prazer é Sexo, o Resto é Negócio)'.

Com o lançamento do sexto CD, o tão esperado "Acústico MTV" o CBJR consagra o Rock Brasileiro com momentos inesquecíveis. No repertório estão presentes "Samba Makossa" de Chico Science, com participação especial de Marcelo D2 e "Hoje" do Camisa de Vênus, com a participação do próprio Nova, e enfim "Oba Lá Vem Ela" de Jorge Benjor, além das inéditas "Vícios e Virtudes" e "Não Uso Sapato".

A história do Charlie Brown Jr está sendo construída.

Catch Side




Cath Side

Quando e como começou a banda?

1 - Começou em meados de 2001 quando eu (Kaká) e o Digo começamos a tocar musicas de bandas que curtiamos no violão, daí gravavamos no gravador de som do windows e mandavamos pra toda lista do icq. Na epoca achavamos o maximo (risos). Depois começamos a fazer nossas proprias musicas e colocamos o nome do projeto como "Catch Side".


Vocês como muitas bandas tiveram tempos ruins, de muitas dificuldades, conte quando foi e qual foi uma das piores situações que a banda já passou.
2- Depois de lançarmos o nosso cd ficamos muito tempo parados (ano de 2006) e a banda quase terminou pois não achavamos um selo que pudesse distribui-lo. Paramos de ensaiar e acabamos ficando desmotivados para tudo. Felizmente conhecemos a Megahertz que nos deu todo suporte para podermos trabalhar este cd e finalmente, um ano depois, podermos lança-lo e esgota-lo poucos meses depois ! Uma bela parceria.



Como vocês já tiveram momentos ruins, todas as bandas já passaram por momentos ótimos, quando foi e quais foram?

3 -O nosso momento atual é excelente, cada vez mais unidos como uma familia. Estamos viajando o Brasil, fazendo shows lotados e as pessoas cantando todas nossas musicas. Isso é fruto de um longo trabalho e a recompensa esta vindo agora. A nossa equipe é maravilhosa , todos nós nos damos muito bem e esperamos que seja um longo casamento.

Qual foi o maior mico que vocês já pagaram ?

4 - O Digo ja tropeçou no meio do palco do Citibank Hall e caiu como uma arvore (risos) . Temos nossas pérolas, mas normalmente elas acontecem durante as viagens quando alguem solta alguma perola. Bryan é campeão no assunto !!!

A Nação da Música trabalha diretamente com bandas independentes, nós a divulgamos e gostariamos que falasem umas dicas para essas bandas que estão começando agora.

5- Uma banda independente sempre recebe muitos "NÃO' na vida, mas não é por isso que você tem que abaixar a cabeça.Não desista de tentar porque alguem te disse que você não é bom. Fomos diversas vezes rejeitados, ja ficamos em ultimo lugar em festival de musica e hoje somos uma banda da gravadora Deck Disc. Você deve sentir no coração o som que você faz e se doar ao maximo por aquilo. Não siga tendencias , siga seus sonhos.

Qual pra vocês foi o melhor show que ja fizeram?

6 - Todo show tem o seu valor. Fica dificil de falar pois a cada dia saimos mais felizes dos palcos! O show do NO CAPRICHO foi muito bacana, sem palavras mesmo. Fizemos um show memoravel em Nova Iguaçu - Rj que me arrepio só de lembrar. Santos - Sp também sempre é magico quando estamos por la!

Se vocês tivessem a oportunidade de tocar com uma banda ou algum cantor, qual seria?

7 - Acho que The Starting Line e Mcfly seriam bem especiais pra gente!

Quais bandas ou cantores vocês tem mais ouvido ultimamente, e qual vocês mais gostam?

8 - Bryan curte muito New Found Glory. O Galha se amarra em Blink 182, Protest the hero, Avenged Sevenfold. O Digo curte muito o Mcfly e Busted. Eu curto de tudo mesmo, ultimamente tenho ouvido bastante Double You e Jack´s Mannequin.

Pergunta de fã da banda:
Rubia de São Bernardo do Campo - Sp pergunta: Qual foi o melhor show deles e qual é o melhor momento que eles acham pra escrever uma música ?

9 - Todos shows tem o seu valor. Se vemos uma pessoa na nossa frente cantando, se emocinando e sentindo o que queremos passar ja esta PERFEITO! Nossas musicas tem letras reais, então o melhor momento é quando estamos sentindo exatamente aquilo que esta escrito. Quando você desabafa seus pensamentos mais profundos.

A Nação da Música agradece a atenção da banda por responder as nossas perguntas, gostariamos que deixasem um recado para os que acessam o site e para os fãs da banda. Muito obrigado novamente!

10 - Um grande abraço pra nação da musica e um beijão pra todos que nos curtem e nos acompanham em qualquer circunstancia. Siga seus sonhos e continue nos ouvindo pois fazemos isso tudo com muito carinho pra vocês!

Bonde da Stronda



Bonde da Estronda
O Bonde da Stronda é um grupo de jovens Mc's, formado pelos Mc's Thug (Diego Raphael) e Stronda ( Leonardo Schulz ), que contam a realidade que vivem no seu dia-a-dia, expressando seus sentimentos através de suas músicas.

Tudo começou em Novembro de 2006 com algumas gravações no computador que até então foram elogiadas apenas por amigos, fazendo com que os garotos começassem a levar isso a sério.

Temas como mulheres, bebidas, noitadas, namoros são o principal assunto cantado
pelos dois jovens.

Por fim, a pedido de muitos, decidiram gravar suas músicas de forma mais profissional para seguirem carreira num mundo já habitado pelos bem sucedidos Mc's Fox e Mãe.

A divulgação do grupo até hoje ocorre praticamente 100% pela internet, que foi o meio pelo qual o sucesso veio à tona. Hoje o sucesso tomou proporções inimagináveis e a cada dia se superam atingindo um público cada vez mais variado e distante de Cidade onde tudo começou.

No início, os dois jovens adolescentes colocavam batidas de rappers americanos, adaptando suas letras expressivas e excitantes formando o estilo " Stronda Music " , mas hoje, possuem batidas e estilo próprios.

As músicas que mais se destacam no grupo são hits como "Nossa Química" ,"Xxt", entre outras.

A música que mais se destacou e abalou estruturas de várias casas noturnas e matinês foi ?Nossa Química? , que hoje é uma
das músicas mais tocadas nas Rádios do Brasil todo e sua antiga versão possui mais de 1 milhão de visualizações no youtube.

O Bonde da Stronda já passou por vários lugares consagrados como Citibank Hall no maior evento jovem do Rio de Janeiro, pelas matinês mais bombadas de todos os tempos, eventos bombásticos como "Pepsi Rio Festival", entre outros.

Fique ligado, pois este Bonde é uma grande promessa e ainda vai dar muito o que falar, construindo uma extensa carreira pelo Brasil. Aguardem!